Archive for the ‘Vergonha Nacional’ category

Quem me dera ao menos uma vez…

dezembro 5, 2007

Vovó MariaGlória Maria vai conviver com índios no Alto Xingu
Terça, 27 de novembro de 2007, 12h38 – O Dia Online
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Glória Maria vai passar uma semana convivendo com índios da aldeia dos Kamaiurás, no Alto Xingu, para uma série de reportagens que prepara para o programa Fantástico, da TV Globo.

No lugar dos hotéis cinco estrelas a que está habituada, a apresentadora dormirá numa oca. Uma coisa deve fazer sucesso entre as índias: a mala de viagens da visitante, onde figuram nada menos que 50 potes de cremes de beleza.

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Já se passou uma semana e eu fico aqui me remoendo de preocupação. Não tenho notícias de Glória Maria. Nenhum telefonema, nenhum correio eletrônico, SMS ou telegrama cantado. Nada. Mal consigo manter uma postagem regular aqui de tanta aflição. A pobre velhinha, coitada, numa aventura antropológica em nome do trabalho que não nos transmite nenhuma sensação além de ansiedade e consternação diante do perigo de sua empreitada.

Cuidado!Os índios são uma praga. Um povo perigoso que não só atentam contra a segurança da nossa querida e longeva repórter, mas contra o caráter biológico social do povo brasileiro. Não é possível que no século XXI, o Brasil que essa semana foi elevado para sua há muito merecida categoria de país desenvolvido, ainda possa ter esse mal que alastra suas partes remotas, como uma espécie de fungo ou frieira que nunca cessa.

Esses selvagens são exatamente isso: selvagens. Quando não matam, roubam ou parasitam em nossas cidades, são motivos de terríveis fotografias posadas ao lado de um avião e vestindo uma camisa do Flamengo. O horror! O horror!

Carlos Drummond de Andrade certa vez, em um dos seus desatinos, rabiscou: “Homens esquecidos do arco-e-flecha deixam-se consumir em nome da integração que desintegra a raiz do ser e do viver.“. Mas o que poderia se esperar de um farmaceuta? A integração do índio é o que poderia ter-se de melhor para esse pseudo-povo no Brasil. A FUNAI, em toda sua sabedoria, já registrava em seus primeiros boletins que “Índio integrado é aquele que se converte em mão-de-obra”.

Se essa integração realmente tivesse acontecido, esse país provavelmente teria seu lugar entre as nações desenvolvidas muito mais cedo. Talvez até mês passado. Corretíssimo estava o General Bandeira de Mello, presidente da FUNAI durante o ínicio dos anos 70, quando expôs as diretrizes da Funai para 1972: “O índio não pode deter o desenvolvimento do país” [Estado de São Paulo (26/10/1971)]

Como um v�rus!É preciso entender o quadro da época. Pesquisei então uma série de recortes para ilustrar aos meus queridos patriotas uma realidade não tão distante:

“O índio foi e continua sendo sempre a vítima indefesa. Suas terras são invadidas, suas reservas roubadas, suas mulheres ultrajadas. A polícia de Boa Vista sabe disso… A Funai também o sabe…. ; só nós não sabemos porque o índio deve continuar a ser exterminado sob o olhar tutelar da FUNAI…” [A Noticia – Manaus – (10/01/71)]

“Passam o dia mendigando, dormindo sob as pontes e bebendo a cachaça que podem comprar ou que os moradores de outros barracos lhes oferecem. Vestem-se de farrapos…” [O Estado de São Paulo (19/04/1971)]

E mesmo com todo o louvável esforço da FUNAI, a situação não melhorou. Essa nota é do ano seguinte:

“Bêbados, maltrapilhos e famintos, escondidos no mato ou vagando pelas estradas a esmolar, os poucos milhares de índios das reservas do Rio Grande do Sul, passam quase ignorados durante os últimos meses…” [O Estado de São Paulo (28/03/1972)]

O que se vê hoje, ainda por todo o país, é um retrato ainda pior. Em Brasília, capital das decisões oficiais que regem nosso povo, tentaram anos atrás trabalhar individualmente essa questão com soluções pirotécnicas para o problema. Infelizmente  tal exemplo foi logo cercado de polêmica pela mídia não especializada e pelo povo humilde e cercado de culpa cristã. Nada contra os cristãos diretamente, eles são uma parte importante da cultura religiosa brasileira, mas o cristianismo em si apenas é uma religião suspeitíssima devido ao seu poder e passado. O vaticano mesmo comentou no célebre Osservatore della Domenica que “esse progresso (do Brasil) no entanto tem um preço ecológico: a extinção dos índios“.

Medo! Muito medo!Bem, eu acho um preço justo. Se já tivessemos pagado tal dívida para conosco, esse NOSSO país maravilhoso estaria quase completamente povoado por brasileiros de verdade e, hoje, esse brasileiro que vos escreve não estaria roendo as unhas de preocupação. Imagine só! No meio de maliciosos selvagens e apenas munida de 50 potes de creme de beleza! Tão corajosamente ingênua e perto desses maliciosos selvagens…

Ordem e Progresso… Não esqueçamos… “Ordem e Progresso”!

Prefeito quer mudar letra do Hino Nacional – Parte II

novembro 24, 2007

Ora, se um prefeito desvairado de uma cidadezinha pode, porque eu também não?

Levando em consideração a liberdade artística sugerida pelo Senhor Prefeito de Araçariguama, eu também me sinto apto à sugerir as minhas próprias mudanças ao Hino. A começar pela música.

Convenhamos que nosso Hino Nacional não é lá grandes coisas em termos de representação musical do nosso povo, não é mesmo? Ouça aí uma mostra. Parece uma marcha de guerra onde os soldados retornam para suas casas vitoriosos. Brasileiros não vão pra guerra e abandonam o Brasil! Brasileiros levam o Brasil sempre consigo, não importa aonde vão. Somos um povo conhecido por nosso alegre, porém recatadíssimo, comportamento no exterior e como um povo alegre, pacífico e acima de tudo educado.

Deveríamos levar nós mesmos à Casa Civil a sugestão da música do hino (afinal outra qualidade do brasileiro é o exercício da cidadania, onde esse povo bronzeado e ativista está sempre pronto e disposto para lutar pelo que é seu junto às autoridades). Minha primeira sugestão seria algo em ritmo de bossa-nova, mas como a bossa tem origem no jazz norte-americano, achei pouco patriota. Funk carioca também foi excluído por ter raíz do Miami-beat. Acredito que o Maracatu seria uma escolha muito decente. De preferência atômico porque somos um país moderno. Outras sugestões são bem-vindas.

Vamos à letra agora. O Senhor Prefeito Carlos Aimar, como o músico escolado que provavelmente é, em sua sugestão de mudança, comprometeu por completo a métrica do verso, mas tanto quanto eu, o Senhor Prefeito Carlos Aimar deve estar também ciente dos meandros da liberdade artística e dos movimentos pós-modernos nas composições poéticas. Assim estabelecido esse parâmetro, sinto-me mui apto e disposto para sugerir essas mudanças:

“De um povo heróico o brado retumbante” para “O grito da galera”
“Brilhou no céu da pátria nesse instante.” para “Faz sol agora no Brasil”
“De amor e de esperança à terra desce, se em teu formoso céu, risonho e límpido,A imagem do Cruzeiro resplandece”

A idéia da terra descendo e os mares adentrando no território nacional, transformando o Brasil em uma nova Atlântida não é do meu agrado. Como isso não aconteceu ainda (mas quem sabe poderia acontecer com o Espírito Santo), podemos presumir que esse verso é uma profecia terrível e que devemos ficar atento a qualquer hora pelo Cruzeiro (a constelação e não a moeda) resplandecer em um formoso céu, risonho e límpido. Habitantes de cidades grandes e com um nível decente de poluição não precisam se preocupar. Na dúvida eu cortaria o verso inteiro para que a próxima geração de brasileiros não seja afligida pelo pânico dessa maldição. Não queremos o mesmo horror para os nossos filhos.

“Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil, ó Pátria amada!”

Esse refrão me faz feliz porque traz mais vírgulas do que meus textos, mas “entre outras mil”? Considerando que o Brasil é um país e atualmente temos 194 países no mundo, que outras 805 terras seriam essas? Eu tentei pensar em algumas não catalogadas no Atlas Mundial: Terra do Nunca, Terra de Marlboro, Terra do Sol, Terra em Transe… mas não consigo chegar em 805.

“Deitado Eternamente em Berço Esplêndido”

Não me agrada mudar o ‘deitado’ para ‘abençoado’ porque seria uma redundância. Qualquer um eternamente em berço esplêndido já é um abençoado. Minha sugestão aqui é a inserção do termo ‘quase’ antes do ‘eternamente’. Assim evocamos a idéia recorrente (mas dessa vez em caráter internacional) de que o Brasil é um gigante adormecido.

“Fulguras, ó Brasil, florão da América,”

Esse eu deixaria para representar a classe gay cosmopolita brasileira.

“Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;”

Idem. Dessa vez para os homossexuais campestres.

“Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
– ‘Paz no futuro e glória no passado.’ ”

Esse verso é no mínimo confuso e só se justifica se o compositor, Francisco Manuel da Silva, fosse daltônico, míope e muito mal informado. O verde de nossa bandeira (‘flâmula’) não é verde-louro, é verde-bandeira. Eu achei que isso fosse óbvio. Verde-louro é roupa para gringo (“…E o verde louro chama-se costume” – W. B. Yeats em ‘Uma Prece Pela Minha Filha”). E onde está esse ‘Paz no futuro e glória no passado‘ na bandeira? Da última vez que eu li era ‘Ordem e Progresso‘. Preciso baixar uma nova versão?

Então acho que a nova versão do Hino (em Maracatu ou até Côco) poderia ser assim:

Novo Hino Nacional (ainda em beta)

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
o grito da galera!
Faz sol no Brasil agora.

(…)Terra adorada, entre outras 193, És tu, Brasil, Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

Deitado quase eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio “mais amores.”

Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-bandeira dessa flâmula
– “Ordem e Progresso.

(…)

Prefeito quer mudar letra do Hino Nacional – Parte I

novembro 22, 2007

‘O prefeito de Araçariguama (50 km de São Paulo), iniciou uma campanha para mudar a letra do Hino Nacional. A idéia do prefeito é trocar a palavra “deitado” –que inicia o verso “Deitado eternamente em berço esplêndido”– por “abençoado”. Com a mudança, a redação do hino ficaria “Abençoado eternamente em berço esplêndido”.’ – Folha de São Paul0 (22/11/2007)

Em tempos de reestruturação da identidade dos novos símbolos nacionais brasileiros, o prefeito Carlos Aimar (PRB) decidiu iniciar uma campanha para a reciclagem de um dos nossos antigos símbolos, trocando a palavra ‘deitado’ por ‘abençoado’.

Os CarrinhosCarsEsse blog desaprova por completo esse tipo de ação comandada pelo Sr. Prefeito de Araçariguama! Fica óbvio para nós e qualquer um dos nossos leitores patriotas que tal iniciativa não passa de uma tentatívia pífia de conseguir mais visitações para o site do prefeito se aproveitando muito malandramente de uma iniciativa criada por esse blog: o teste do símbolo nacional. O Sr. Prefeito de Araçariguama quer ‘pegar carona’ no sucesso absurdo e astronômico desse blog da mesma forma que ‘Os Carrinhos‘ pegou carona no desenho ‘Cars‘ da Disney.

O Sr. Carlos Aimar não merece seu cargo nem tampouco maiores atenções. Já estou de olho no patife há mais de um ano (e antes de trocar a casaca do PFL pelo PRB). Esse ‘prefeito’ é conhecido do blog por ser mentiroso, sensacionalista e péssimo ator de improviso, como o vídeo abaixo pode provar:

Viram só que papelão dos dois? O Sr. Prefeito Carlos Aimar suplicando pela segurança de sua cidade que, segundo ele, está em frangalhos e o Sr. Alckmin tentanto afastar aquele corpo estranho dali e poder comer seu churrasquinho em paz na lanchonete. Até aí tudo bem. Nada passaria de uma súplica ignorada por uma autoridade maior. O problema é que poucos meses depois o Sr. Prefeito Carlos Aimar aparece no programa televisivo “Fantástico” (o show da vida), em uma matéria de extrema relevância: Araçariguana seria a primeira cidade brasileira a utilizar tasers (armas de choque) na força policial.

‘(…) A arma, que já foi usada em 45 países, chegou a Araçariguama. Só que a cidade tem 20 mil habitantes. Segundo prefeito, não há presos. O índice de criminalidade é quase zero. “Nós não temos cadeia pública”, diz o prefeito.’

Problema Cultural é achar que a cultura tem problemas

novembro 12, 2007

Vendida!“Temos que lidar ainda com o problema cultural do brasileiro, que prefere ter as coisas de graça”Andréa Fornes, produtora executiva do MSN em entrevista para a Rolling Stone de novembro de 2007.


Somente uma revista estrangeira que tenta corromper a cultura nacional poderia entrevistar uma funcionária brasileira (tamém vendida para o estrangeiro) que tem o despeito de fazer críticas negativas ao próprio país. Onde já se viu tamanho atrevimento em dizer que o Brasil tem um problema cultural?!

Primeiramente não existe ‘problema cultural’. Existe ‘característica cultural’. Se a senhora Andréa tivesse cursado pelo menos um período de antropologia na faculdade (se é que ela cursou a faculdade), saberia que a análise de uma cultura deve ser desprovida de parcialidade e preconceitos. A politização da relação observador-observado na pesquisa antropológica é um conceito que qualquer criança de hoje conhece! Que vergonha, senhora Andréa!

Onde está a revista REALIDADE?Segundo a análise da produtora executiva do MSN, preferir coisas de graça é uma característica brasileira. Concordo e é com muito prazer que constato que a influência da nossa cultura é tão forte, que ultrapassou nossas fronteiras geográficas e se alastrou pelo mundo inteiro com uma força muito maior do que o nosso pau-brasil, futebol ou o Cansei de Ser Sexy. É o Brasil abrindo o caminho para uma novíssima tendência nunca vista antes em nenhuma parte do mundo e em nenhum momento da história: preferir ter coisas de graça!

Crise Aviária – Parte II (Vô num vô!)

novembro 8, 2007

Vôo num vôo!

A Crise Aviária – Parte I

novembro 7, 2007

Não se espante com a altura do vôo. Quanto mais alto, mais longe do perigo. Quanto mais você se eleva, mais tempo há de reconhecer uma pane. É quando se está próximo do solo que se deve desconfiar” – Alberto Santos-Dumont, o dândi do Guarujá

Pega meu chocolate, Cartiê queridu! Preciso de 14 bis!Patriotas,

Desde 1926 esse assunto não me deixa tão irritado e eu vou explicar a razão: a crise aviária brasileira não termina nunca! Vem desde o início do século XIX e até hoje vem causando manchetes por todos os lados. COMO, eu pergunto, o ser humano pode atribuir a palavra “crise” para uma atividade que inclui estar se locomovendo sem sair do lugar a uma velocidade média de 970km/h e a mais de 9.000km de altura do solo, dentro de uma lata de sardinha tubular onde as asas estão recheadas de combustível altamente inflamável? Não há crise nisso, apenas um vigoroso desejo de morte compartilhado por bilhões de pessoas no planeta.

Tudo começou quando Santos-Dumont decidiu no ápice de sua insanidade que o Brasil não era bom suficiente para sediar seu primeiro vôo. O que fez a pequena traidora? Mudou-se para Paris onde passou a viver seus draminhas existencialistas  torrando a grana que o papi fez graças ao café brasileiro. Depois de ficar famosa em toda França por rodar na área da Torre Eiffel, Dumont soltou a franga de vez saltitando alegremente por mais de vinte e cinco metros com seu aparato mais pesado que o ar. Até hoje é conhecida no Moulin Rouge como a “Bertha! A pôrra-louca que abalou Paris”! 

Depois de tanta purpurina,  se culpando pela 2ª Guerra Mundial, o Desastre do Zeppelin R-101 e do relógio estilo Cebolão, voltou para o Brasil e tentou diversas vezes cometer suicídio. Obteve seu primeiro e último sucesso em julho de 1932, no Guarujá (a “Cidade Feliz!“). Dizem as más línguas que fora a décima quarta tentativa.

Me deu até gastura isso. Amanhã comentarei a crise em sua atualidade.

Assim Caminha A Humanidade

novembro 2, 2007

Who are you!“Um estudante de Direito da Universidade Gama Filho foi abordado pelos agentes na praia da Macumba. Surpreso, ele tentou fugir pelo mar. Policiais foram atrás, atiraram para o alto, para a areia e até para água – só então ele se rendeu. Na casa dele, em Vargem Grande, havia cerca de 200 comprimidos de ecstasy.” – Deu no Terra hoje.

Só não informaram qual foi a infração do cidadão assustado aí. Fiquei aqui sem saber que droga o rapaz portava. Como brasileiro e de fé inabalável nas instituições de combate ao crime do país, eu acredito que o rapaz é um criminoso, mas fiquei curioso em relação ao tipo de droga (preço de revenda e telefone para contatos).

Mas vamos ao que é realmente mais alarmante nessa notícia: a foto.

A reportagem (anônima) do Terra falhou em descrever os momentos mais relevantes de sua matéria e deixou seus leitores com pouquíssimas informações e com essa bela foto (creditada) para ilustrar o que tiveram preguiça de digitar. Que vergonha! Nunca me convenceu esse conceito de que “Uma imagem vale mais que mil palavras”. Já tentou transmitir isso desenhando em um A4? Eu já. Nem em uma folha de ofício consegui.

Que tipo de faculdade espera formar um jovem em direito, quando seu nível de inteligência é tão baixo que não consegue perceber um policial a paisana de terno no meio de uma praia? O que passou na cabeça desse jovem criminoso ao ver o oficial “camuflado” vindo em sua direção com a mão procurando algo no bolso?

Bem… serei brando aqui. Em defesa da classe estudantil do Rio de Janeiro, eis algumas opções que concebi agora nesse mesmo minuto. Vocês podem sugerir outras se quiserem, mas acho que a resposta pode estar entre essas três:

1 – Hummm… pode ser um olheiro da Globo procurando por um novo ator pra Malhação.

2- Hummmm… pode ser um ator da Globo e eu estou no meio de uma gravação da Malhação.

3- Hummmm… pode ser o dono da academia, onde eu faço a minha malhação, querendo mais tóchicos. Vou me atrasar pra assistir Malhação.

A Universidade Gama Filho do Rio de Janeiro merece a primeira entrada nesse blog na categoria de Vergonha Nacional por não preparar seus alunos para distinguir realidade de um episódio daqueles enlatados americanos: